quinta-feira, 30 de junho de 2016

Raridade!


 Olha a raridade - um filme (O homem de papel) de 1976 filmado totalmente em Fortaleza. Várias imagens da capital cearense à época. (via Angelique Abreu)

Assita em : https://www.youtube.com/watch?v=qq--uTtnBD0&feature=share




Fonte: https://www.facebook.com/airton.defarias.7/posts/873993419342111


quarta-feira, 29 de junho de 2016

Como qualquer outra ciência, a yoga é aplicável a pessoas de todos os climas e épocas. A teoria difundida por certos escritores ignorantes, de que a ioga é “perigosa” e “imprópria” para os ocidentais, é inteira mente falsa e, lamentavelmente, impediu que muitos estudantes sinceros buscassem suas múltiplas bênçãos.

Yoga é um método para restringir a turbulência natural dos pensamentos. Estes, se não forem dominados, impedem todos os homens, imparcialmente, em todas as terras, de vislumbrarem sua verdadeira natureza, que é Espírito. Como a luz curativa do sol, a yoga é benéfica tanto para os orientais como para os ocidentais. Os pensamentos da maioria das pessoas são inquietos e caprichosos; é patente a necessidade da yoga: a ciência do controle da mente.

Paramahansa Yogananda, Autobiografia de um Iogue


terça-feira, 28 de junho de 2016

Vivo pela fé em Deus. Ele é o meu poder. Não acredito em nenhum outro poder. Quando me concentro nesse Poder, ele age através de mim. (…) Esse poder divino trabalha em você também. Você verá que é verdade se tiver fé e souber que a prosperidade não provém de fontes materiais, mas de Deus.
Paramahansa Yogananda, Viva Sem Medo


domingo, 26 de junho de 2016

Cura

A mente é o comandante que governa o corpo. Devemos sempre evitar sugerir à mente pensamentos de limitações humanas, tais como doença, velhice e morte. Em vez disso, a mente deveria ser alimentada contantemente com essa verdade: "Eu sou o Infinito, que se tornou um corpo. O corpo, como manifestação do Espírito, é o Espírito eternamente jovem".

Paramahansa Yogananda, "Lições da Self Realization Fellowship"



quinta-feira, 23 de junho de 2016

Seja um exemplo daquilo que deseja que os outros sejam. Se tem tendência para perder a calma e brigar ou falar asperamente; se repreende os filhos sem razão; se é nervoso e se aborrece facilmente, berrando e falando maldosamente – mude a si mesmo! Essa é a melhor maneira de transformar os que estão perto de você. É difícil fazer isso, mas é possível. Seu esforço deve ser dirigido para fazer de você uma pessoa que seja respeitada e admirada, cuja palavra tenha peso. Você deve falar de acordo com a verdadeira sabedoria e compreensão, nunca conforme a ira, o nervosismo, o ciúme ou o desejo de retaliar ao ser magoado.


Escrito por Sri Daya Mata, extraído do livro Só o Amor.

quarta-feira, 22 de junho de 2016

A arte dos indígenas brasileiros

O primeiro contato da expedição de Pedro Álvares Cabral com os nativos ocorreu em 1500, na região que viria a se chamar Cabrália, no atual estado da Bahia. De acordo com a Funai (Fundação Nacional do Índio), naquela época a população, indígena seria de 1 milhão a 10 milhões de indivíduos. Hoje, esse número não chega a quinhentos mil, distribuídos por reservas em todo o país.

Essa redução numérica não é, porém, o único fato a causar perplexidade entre os pesquisadores de povos indígenas brasileiros. Assusta-os também constatar a progressiva - e agora acelerada - destruição de culturas que criaram, ao longo dos séculos, objetos de uma beleza dinâmica e alegre, tal como vamos apreciar aqui.

A arte integrada à cultura

A primeira questão que se impõe em relação à arte produzida pelos indígenas é como defini-la ou caracterizá-la entre as demais atividades. Melhor explicando: ao dizermos que um objeto indígena tem "qualidades artísticas", estamos utilizando nosso próprio ponto de vista valendo-nos de critérios da nossa civilização, e não da cultura indígena.

Para eles, qualquer que venha a ser a finalidade de objeto, ele deve ser executado de modo que o resultado seja perfeito. Nessa perfeição, que às vezes vai além da finalidade, reside a noção indígena de beleza.

Objetos indígenas com diferentes finalidades - uma lança cerimonial, um escudo cerimonial ou um banco - podem ser considerados criações artísticas porque são objetos cuja beleza resulta de sua beleza perfeita realização.

Outro aspecto importante da arte indígena é que ela representa mais as tradições de sua comunidade do que a responsabilidade de quem a faz. Por isso, os estilos da pintura corporal, do trançado com fibras e da cerâmica variam significativamente de um povo para outro. Assim, mais que uma "arte indígena", existem "artes indígenas", já que cada povo produz obras muito particulares, de acordo com sua vivência.
A arte no período pré-cabralino

Desde, provavelmente, 1100 a.C., a ilha de Marajó, à nordeste do atual estado do Pará, foi habitada por vários. Para fins de estudos, esses povos foram divididos em cinco fases arqueológica. A fase Marajoara é a quarte, na sequência de ocupação da ilha, mas é sem dúvida a que apresenta as criações mais interessantes.

A fase Marajoara

Os povos da fase Marajoara vieram do noroeste da América do Sul e chegaram à ilha de Marajó provavelmente por volta do ano 400 da nossa era, ocupando a parte centro-oeste da ilha.. Nessa região, construíram habitações, cemitérios e locais para as cerimônias.

Sua produção mais característica foi a cerâmica, dividida entre vasos de uso doméstico e vasos cerimoniais e funerários. Os primeiros são mais simples e geralmente não apresentam superfície decorada. Já os vasos cerimoniais possuem uma decoração elaborada.

                      

                       Urna funerária em cerâmica da fase Marajoara, oriunda da ilha de Marajó, no Pará.

A decoração dos vasos cerimoniais marajoaras era resultante da pintura bicromática ou policromática de desenhos feitos cm incisões (sulcos) na cerâmica e de desenhos em relevo.

Entre outros objetos marajoara, como bancos, colheres, apitos e adornos para orelhas e lábios, as estatuetas com representações humanas despertam interesse especial decoradas ou não, reproduzem a forma humana de maneira estilizada, isto é, sem preocupação em imitar fielmente a realidade. Ainda hoje os estudiosos discutem se seriam objetos de adorno ou teriam alguma função cerimonial.

A fase Marajoara conheceu um lento mas constante declínio até desaparecer em torno de 1350, talvez expulsa ou absorvida por outros povos que chegaram à ilha de Marajó.

A cultura Santarém

Diferentemente do que foi feito em relação à ilha de Marajó, não há estudos sobre possíveis fases culturais dos povos que habitavam a região próxima à junção dos rios Tapajós e Amazonas, no estado do Pará. Todos os vestígios culturais aí encontrados foram englobados em um complexo cultural denominado "cultura Santarém". Também nessa cultura, o destaque é dado à cerâmica.





Vasos zoomorfos da cerâmica santarena.







A cerâmica santarena apresenta decoração bastante completa e refinada; além de pintura desenhos, as peças têm ornamentos em relevo, com figuras humanas ou de animais.

Um dos recursos ornamentais que mais chamam a atenção nos vasos da cultura Santarém é a presença de cariátides: figuras humanas que parecem sustentar ou apoiar a parte superior do vaso.

                                   
                                                                 Vaso de cariátides proveniente de Santarém.

A cultura Santarém produziu ainda cachimbos e estatuetas de formas variadas. Diferentemente das estatuetas marajoaras, as da cultura Santarém são as mais realistas representam com maior fidelidade as formas dos seres.

A cerâmica santarém refinadamente decorada com relevos perdurou até a chegada dos colonizadores portugueses. Por volta do século XVIII, essa cultura foi perdendo suas peculiaridades e sua produção acabou por desaparecer.

A arte indígena depois da chegada dos portugueses

Embora tenham existido muitas e diferentes culturas indígenas, podemos identificar ainda hoje duas grandes modalidades culturais: a dos silvícolas, que vivem nas áreas florestais, e a dos campineiros, que vivem nos cerrados e nas savanas.

As silvícolas praticam uma agricultura desenvolvida e diversificada que, associada às atividades de caça e pesca, lhes permitia ter moradia fixa. Suas atividades de produção de objetos para uso da comunidade também são diversificadas, cerâmicas, tecelagem, trançado de sestos e balaios, entre outros.

Os campineiros têm uma cultura menos complexa e uma agricultura menos variada que a dos silvícolas. Seus artefatos, comunitários são menos diversificados, mas seus cestos e esteiras estão entre os mais cuidadosamente trançados entre os indígenas.

Tanto um grupo como o outro contam com uma ampla variedade de elementos naturais como matéria-prima para seus objetos

                             
                                                                       Remo dos índios Karajá , de Mato Grosso

                                              
                                                              Pá de virar beiju dos Waura, tribo de Mato Grosso

Madeiras, cortiça, fibras, palmas, palhas, cipós, sementes, cocos, resinas, couros ossos, dentes, conchas, garras e belíssimas plumas das mais diversas aves, entre outras matérias-primas: com um material tão variado, as possibilidades de criação de objetos indignas são muito amplas.

A cerâmica

As peças de cerâmica que se conservaram ao longo do tempo testemunharam costumes de diferentes povos indígenas já desaparecidos, numa linguagem artística que nos impressiona. É o caso, por exemplo, das cerâmicas marajoara e santarena. Mas também merece destaque a cerâmica decorada com desenhos impressos por incisão dos Kadiwéu, os vasos zoomórficos dos Juruna e as bonecas de barro dos Karajá.



                     Bonecas modeladas em barro da comunidade dos Karajá, no estado de Tocantins.

O trançado e a tecelagem

Da arte de traçar e tecer, o antropólogo Darcy Ribeiro (1922-1997) destacou realizações indígenas como "as vestimentas e as máscaras de entrecasca, feitas pelos Tukuna e primorosamente pintadas; as admiráveis redes ou maquieiras de fibra de tucum do rio Negro; as belíssimas vestes de algodão dos Paresi que também, lamentavelmente, só se podem ver nos museus".

Alguns exemplos do traçado e da tecelagem indígenas podem ser vistos nas imagens


Com grande disponibilidade de matérias-primas, como folhas, palmas, cipós, talas e fibras, os indígenas produzem uma variada gama de peças de vestuário, cestas e redes, além de peneiras e abanos.

A arte plumária

Expressa em mantos, diademas e colares, essa é uma arte muito especial, por não estar associada a nenhum fim utilitário, e sem, apenas, à pura busca da beleza. É possível que sua função seja também demonstrar o poder e a grandeza de seu usuário.

Um importante exemplo disso é a peça conhecida como "manto Tupinambá", confeccionada pelos Tupinambá no século XVII para uso dos pajés.

                                                    

                 Mantelete tupinambá emplumado, um dos cinco existentes, todos em museus europeus.

Trançado com fibras naturais e penas de guará - ave de plumagem vermelha do litoral norte brasileiro -, esse manto foi levado para a Europa por Maurício de Nassau e dado como presente ao rei da Dinamarca. Pertence até hoje ao acervo do Museu Nacional da Dinamarca, em Copenhague.

Existem dois grandes estilos na arte plumária. Os trabalhos majestosos e grandes, como os diademas, e os delicados adornos de corpo, cuja ênfase maior está no colorido e na combinação das matizes.

Muitas peças de arte plumária têm associados trabalhos com trançados. As penas geralmente são sobrepostas em camadas, como nas asas dos pássaros, trabalho que exige uma cuidadosa execução; é o que se vê no colar Kaapor.

As máscaras

Para os indígenas, as mascaras têm um caráter duplo: ao mesmo tempo que são um artefato produzido por um homem comum, são a figura viva do ser sobrenatural que representam.


Feitas com cascas de árvores, cabaças e palha de buriti, geralmente são usadas em danças cerimoniais, representando personagens da mitologia indígena.

A pintura corporal

O gosto pela pitura corporal está associado á ideia de transmitir ao corpo a alegria contida nas cores vivas e intensas. Por isso, a escolha dessas cores é importante. As mais utilizadas pelos indígenas são o vermelho muito vivo do urucum, o negro esverdeado da tintura do suco do jenipapo e o branco da tabatinga (uma espécie de argila de cor esbranquiçada).

                         
                                                                                            Urucum

Das culturas indígenas, a dos Kadiwéu é a que desenvolveu pintura corporal mais elaborada. Os primeiros registros de sua pintura, que impressionou fortemente os colonizadores europeus, datam de 1560.

Os Kadiwéu

Muito tempo mais tarde, foi analisada também vários estudiosos, entre os quais o antropólogo francês Claude Lévi-Straus (1908-), que esteve entre os indígenas brasileiros em 1935.

Os desenhos dos Kadiwéu são geométricos, complexos e revelam um equilíbrio e uma beleza que impressiona o observador.



De acordo com Lévi-Strauss, "as pinturas do rosto conferem, de início, ao indivíduo, sua dignidade de ser humano; elas operam a passagem da natureza à cultura, do animal 'estúpido' ao homem civilizado. Em seguida, diferentes quanto ao estilo e à composição segundo as castas, elas exprimem, numa sociedade complexa, a hierarquia dos 'status'. Elas possuem assim uma função sociológica.

Além do corpo, que é o suporte próprio da pintura Kadiwéu, os seus desenhos aparecem em vasos e pratos de cerâmica, artefatos de couro, esteiras e abanos, o que faz com que seus objetos domésticos sejam inconfundíveis.

                                                 
                                                                                            Ceramista kadiwéu.



                                                                                       Cerâmica Kadiwéu

O panorama mostrado aqui é apenas um pequena amostra da riquíssima produção artística dos indígenas. Esperamos, por meio dele, ter despertado o interesse do leitor em conhecer mais cobre o assunto.

Fonte; PROENÇA, Graça. História da Arte. São Paulo, 2009. Editora Ática.

segunda-feira, 20 de junho de 2016

Cacatua curiosa

Cientistas identificaram uma cacatua (pássaro "primo" dos papagaios) que usa gravetos de madeira como "ferramentas" para alcançar comida. Trata-se do primeiro animal próximo aos papagaios - ambos pertencem à ordem dos psitacídeos - capaz de usar instrumentos, informaram os pesquisadores ao jornal britânico "Daily Mail".

Chamado de Figaro, o pássaro pode não ser o único com esta habilidade, informa o cientista Alex Kacelnik, da Universidade Oxford, em entrevista ao "Daily Mail". "Pode haver outras espécies de psitacídeos que são tão inteligentes, mas ainda não foram submetidas a testes", disse.

O comportamento de Figaro foi descrito em um estudo publicado no periódico "Current Biology".

Cacatua usa graveto de madeira como ferramenta para pegar comida, dizem cientistas (Foto: Universidade de Viena/Divulgação)Cacatua usa graveto para pegar comida, dizem cientistas (Foto: Universidade de Viena/Divulgação)
Talento

O "talento" do pássaro foi descoberto quando ele estava sendo observado na Universidade de Viena, na Áustria. "Durante a observação diária para uma pesquisa, Figaro brincava com uma pequena pedra. Ele a deixou cair em um local longe de sua gaiola, e quando não conseguiu alcançá-la com as garras e o bico, usou um graveto para 'pescar' seu brinquedo", disse a cientista Alice Auersperg, da Universidade de Viena, para o jornal britânico.

Para descobrir se Figaro usaria um galho para buscar mais comida, os cientistas deixaram um semente onde a pedra havia caído originalmente e filmaram o animal. "Para nossa surpresa, ele não usou o mesmo graveto, mas começou a morder um pedaço de madeira maior de sua gaiola. Ele arrancou um pedaço maior e o deixou com formato melhor para para pegar a comida", afirmou Alice.

Segundo os cientistas, o pássaro quebrou galhos de madeira, arrancou pedaços e fez gravetos de tamanho apropriado para conseguir pegar alimentos várias vezes. "Sabíamos que estes animais eram inteligentes, mas fomos surpreendidos pela sua capacidade de produzir uma ferramenta", disse Kacelnik.


Figaro arranca galho para usá-lo como instrumento para pegar comida (Foto: Universidade de Viena/Divulgação)


Imagens mostram cacatua Figaro em ação, pegando comida (Foto: Universidade de Viena/Divulgação)

  • 05/11/2012

domingo, 19 de junho de 2016

Depressão? Que bicho é esse?







Ultimamente tenho pensado muito nessa questão mental/emocional, pois estou com algo parecido com depressão. Infelizmente, diferentemente de mim, muitas pessoas não tem o apoio da família. Portanto, o que temos que fazer é : cuidar de nós mesmos sozinhos. é difícil, mas se ninguém ajuda, o que fazer?

Retirei esses trechos de um blog excelente de um psicóloga, que ajuda inúmeras pessoas (inclusive eu) nesta seara que parece infindável.

"O deprimido, com frequência, julga-se um peso para os familiares e amigos, muitas vezes invocando a morte para aliviar os que o assistem na doença.

Os pensamentos de suicídio variam desde o remoto desejo de estar simplesmente morto, até planos minuciosos de se matar (estabelecendo o modo, o momento e o lugar para o ato). Os pensamentos relativos à morte devem ser sistematicamente investigados, uma vez que essa conduta poderá prevenir atos suicidas, dando ensejo ao doente de se expressar a respeito.

Os principais sintomas são:
  • Sentir-se deprimido a maior parte do tempo, quase todos os dias;
  • Isolamento;
  • Alteração do sono (insônia ou hipersonolência);
  • Alteração do apetite;
  • Fadiga ou perda de energia;
  • Desinteresse geral (trabalho, escola, sexual, etc.);
  • Sentimento de inutilidade ou culpa excessiva;
  • Dificuldade de concentração;
  • Baixa autoestima;
  • Pensamentos de morte;
  • Ansiedade com movimentos repetitivos;
  • Paralisia geral.

Se você tem alguns desses sintomas, procure ajuda de um profissional. O diagnóstico deve ser feito por um profissional, pois existem outros especificadores que ajudam a distinguir a doença, ou seja, se tem característica ansiosa, sazonal, psicótica, melancólica entre outras." 

Então, se ajude e busque ajuda. A vida é complicada, mas se a gente não se ajudar, o tempo que a gente perdeu não volta mais e sem tratamento continuaremos a perder tempo valioso de vida, de conquistas e de felicidade. 

Beijos a todos os meus leitores.


Fonte: http://www.emocoesempauta.com.br/sera-que-tenho-depressao-sao-tantos-problemas-que-me-sinto-desanimado/

https://www.facebook.com/emocoesempauta/photos/a.516344105189412.1073741829.501649626658860/568132506677238/?type=3&theater

sábado, 18 de junho de 2016


Com todas as necessidades desnecessárias do séc. XXI e com todas as suas pressões, frustrações e excessos, se não nos cuidarmos, o mundo engole a gente.

Érika Oliveira

sexta-feira, 17 de junho de 2016

Conexões neurais e respostas emocionais

     
Quando você repete alguma coisa por muito tempo, os neurônios se conectam e criam uma relação diária com aquelas emoções. Ou seja, “se você diariamente se irrita, ou se sente vítima das situações, o seu cérebro se liga às células chamadas identidade” e automaticamente responde sempre da mesma maneira.

O cérebro é formado por pequenas células, chamadas neurônios. Através das suas ramificações, os neurônios vão se conectando uns aos outros formando uma rede neural. Os neurônios são as células responsáveis por tudo que somos. Em cada conexão está registrado um pensamento, uma memória, uma experiência. O cérebro constrói seu conceito pela memória associativa – ideias, pensamentos e sensações, são construídos e se interconectam nessa rede neural, formando todas as ligações possíveis. Ou seja, nem sempre a raiva se conecta com o desprezo, ou com o nojo. Ela (raiva) pode se ligar a dor, que pode estar vinculada a imagem de uma pessoa, que novamente se liga a dor, ou ao medo.



É possível interromper esse tipo de resposta emocional?


É sim, “sempre que interrompemos o processo de um pensamento, produzimos uma resposta química para o corpo e as células se desconectam perdendo a relação de longa data”. Então se repetimos uma nova ação ou uma nova forma de resposta emocional, outros circuitos mentais crescem em função do nosso empenho. Nosso cérebro possui uma capacidade chamada plasticidade neural – pode fazer novas conexões a cada momento. Sendo assim, “cada vez que repetimos a nova resposta emocional, ela vai se tornando mais fácil e aceita por nós”.





Fonte: http://www.emocoesempauta.com.br/tudo-que-voce-precisa-saber-sobre-suas-emocoes-e-nunca-te-contaram/#.Vt4vMvTwKKs.facebook

quarta-feira, 15 de junho de 2016

Noivas - Origem do Vestido e do Buquê


vestido_de_noiva
Por muitos anos, ainda perdura a tradição de a noiva usar o famoso vestido branco e o buquê para se casar, todavia, as futuras esposas nem imaginam o quão antiga é esta tradição. O relato mais antigo vem da Antiga Grécia, do mito de Himeneu o deus do casamento, que tinha de estar presente em todos os casamentos porque, se não o fizesse, o matrimônio terminaria em um desastre. O deus era evocado quando a noiva era conduzida para a casa do marido, vestida de branco e com coroa, comuns em cerimônias religiosas. O rosto era coberto com véu (que a protegia da inveja, mau olhado e a cobiça de outros homens) e a jovem carregava uma tocha (símbolo dos deuses gregos, que também portavam tochas) até o local da cerimônia.

E na Idade Média era comum a noiva fazer o trajeto a pé para a igreja e no caminho recebia flores ou ervas e temperos para trazer felicidade e boa sorte. Ao fim do trajeto ela tinha já formado um buquê e cada um destes presentes tinha um significado diferente. As ervas para proteção (os alhos, por exemplo, eram usados para espantar os maus espíritos) e as flores, símbolos representando os sentimentos da noiva: a hera, símbolo de fidelidade; o lírio, símbolo da pureza; as rosas vermelhas, símbolo do amor; as violetas, símbolo da modéstia; não-te-esqueças-de-mim, símbolo do amor verdadeiro; flores de laranja, fertilidade e alegria ao casal. Todos os votos, ao final da cerimônia, eram concedidos pela noiva a quem conseguisse pegar o buquê lançado às cegas por ela, surgindo o costume de a noiva lançar o buquê.

Vem da mesma época o costume de a noiva estar, durante a cerimônia, ao lado esquerdo do noivo, pois se alguma ameaça aparecesse, o braço direito dele estaria livre para sacar a espada. Por último a tradição do atual vestido de noiva começou depois que a Rainha Victoria da Inglaterra usou em seu casamento com o Príncipe Albert um vestido branco.

Reprodução do vestido da Rainha Victoria  da Inglaterra à direita.



A fotografia oficial do casamento da rainha foi publicada em vários meios, fazendo com que as noivas da época também escolhessem vestidos brancos em demonstração de devoção à rainha. A tradição continua até os dias de hoje. Antes da era vitoriana, as noivas costumavam usar vestidos de qualquer cor, exceto preto, que é a cor usada em funerais.

sexta-feira, 10 de junho de 2016

Vejam que encanto, que beleza e suavidade!

Johann Strauss II - "The Blue Danube Waltz"


quarta-feira, 8 de junho de 2016

A felicidade é uma porta que se abre interiormente, mas é necessário retirar-se um pouco para que ela possa se abrir; quando se tenta forçá-la, ela se fecha cada vez mais.
Sören Kierkegaard


terça-feira, 7 de junho de 2016

Bairro José Walter

Não é novidade para ninguém que o Conjunto Prefeito José Walter é conhecido como o “bairro dos cornos”. Mas os moradores fazem questão de desmentir essa fama.

Nada melhor do que um bar para debater essa questão. No bar do Paçoca, um dos mais badalados do Zé Walter, o montador eletricista Francisco Viana, 52 anos, garante que o bairro não tem mais tantos cornos assim. “Os primeiros que chegaram aqui eram ‘tudo’ corno. Mas, hoje, a maioria foi embora. O bairro não é de ‘cornagem’”, garante Viana, que já fez até cálculos e chegou à conclusão de que o número de galhudos “caiu uns 93%”, o que deixaria o lugar na média do restante da cidade.


Não faltam hipóteses para a origem da fama. O dono do bar, Carlos Augusto (Paçoca), 50, lembra que, por ser um conjunto habitacional, no início, as casas eram iguais. E acontecia, uma vez ou outra, de o cidadão entrar no domicílio alheio. “Inclusive, teve um lance desse com o meu pai. Ele entrou na casa do vizinho e, quando notou a mulher diferente, disse: ‘Valha aqui não é minha casa, não’”. O povo maldoso é que via coisa onde não existia.

Outra causa apontada é o fato de o Zé Walter ser um bairro com muita mulher bonita. “Daqui já saíram três miss Ceará. Que outro bairro teve isso? Nenhum!”, conta orgulhoso Haroldo Torres, 50.

O aposentado João Pedro Vilarreal, 71, sentado em outro bar, narra história totalmente diferente: “A gente tinha um problema de transporte. O bairro era distante demais e tinha apenas uma linha da empresa Nossa Senhora de Fátima. E as pessoas diziam: ‘Isso aqui é lugar pra corno’”.

Há quem reclame que a fama foi espalhada pelo humorista Falcão, o que é negado categoricamente por ele: “O José Walter foi o primeiro conjunto habitacional (de Fortaleza) e ficava no meio do mato. Como era um bairro dormitório, os maridos iam trabalhar e as mulheres ficavam em casa. Daí vem a fama de bairro dos cornos, que é antiga, do final da década de 70. Eu ‘apenasmente’ comento o fato”.

sexta-feira, 3 de junho de 2016

Mais uma música de Tiê, Te Mereço...


"Um carinho envolve o meu coração
Sinto que é você, falando pra mim
Sussurrando

Quente entre os dentes, letras tão gentis
Até vou acordar, pra não esquecer
Palavras"

quarta-feira, 1 de junho de 2016



Dica: sempre veja a perspectiva positiva. 

Beijinhos!

Fonte: Depósito de Tirinhas