quinta-feira, 28 de abril de 2016

Abundância e Prosperidade


Aqueles que buscam a prosperidade somente para si próprios fatalmente acabarão pobres ou sofrerão de desarmonia mental; mas os que consideram o mundo todo como seu lar, e que realmente se preocupam com a prosperidade do grupo ou do mundo, e trabalham por ela (...) encontram a prosperidade individual que lhes cabe de direito. Essa é uma lei certa e secreta. 

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O altruísmo é o princípio que governa a lei da prosperidade. 

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Nada possuo, no entanto sei que, se estivesse com fome, haveria milhares de pessoas neste mundo que me alimentariam, porque dei muito a milhares delas. Essa mesma lei funcionaria para quem quer que pensasse não em si próprio como o faminto, mas sim nas outras pessoas que precisam. 

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Todos os dias, faça alguma coisa em benefício dos outros, mesmo que seja algo insignificante. Se você quer amar a Deus, é preciso amar as pessoas. Elas são filhas Dele. Você pode ser prestativo no plano material – dando aos que precisam – e no plano mental – dando conforto aos sofredores, coragem aos temerosos, amizade divina e apoio moral aos fracos. Você também semeia bondade quando desperta nos outros o interesse por Deus e quando cultiva neles um maior amor a Deus, uma fé mais profunda Nele. Quando deixar este mundo, as riquezas materiais ficarão para trás; mas todas as suas boas ações o acompanharão. Pessoas ricas que vivem na avareza e pessoas egoístas que nunca ajudam os outros não atraem riqueza em sua próxima vida. No entanto, os que distribuem e compartilham, quer tenham muito, quer tenham pouco, atrairão a prosperidade. Essa é a lei de Deus. 

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Pense na Abundância Divina como uma poderosa chuva refrescante. Você a receberá de acordo com a vasilha que tiver nas mãos. Se tiver uma pequena xícara, receberá apenas essa quantidade. Se tiver uma tigela, ela se encherá. Com que tipo de receptáculo você está pronto para receber a Abundância Divina? Talvez sua vasilha esteja defeituosa. Se assim for, conserte-a lançando fora o medo, o ódio, a dúvida e a inveja, e depois lave-a com as águas purificadas da paz, da tranquilidade, da devoção e do amor. A Abundância Divina obedece à lei do serviço e da generosidade. Dê e receberá. Dê ao mundo o que de melhor tiver e o que houver de melhor voltará a você. 

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A ação de graças e o louvor abrem, em sua consciência, caminho para que o crescimento e o suprimento espirituais venham a você. O Espírito Se infunde em manifestação visível tão logo seja aberto um canal através do qual Ele possa fluir. 

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“Aos homens que meditam em Mim como Aquele que é verdadeiramente seu, sempre unidos a Mim pela adoração incessante, a eles Eu supro as deficiências e torno permanentes suas aquisições.”[Aqueles] que são fiéis ao seu Criador, percebendo-O em todas as diversas fases da vida, acabam descobrindo que Ele está tomando conta de suas vidas, mesmo nas menores minúcias, e que, com previsão divina, aplaina seus caminhos. (...) 

Essa estrofe do Gita nos lembra as palavras de Cristo: “Mas buscai primeiro o reino de Deus, e a Sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas”.

Escrito por Paramahansa Yogananda, extraído do livro Onde Existe Luz.

terça-feira, 26 de abril de 2016








Mais uma composição de Evard Grieg...
La Mañana

Sempre que eu escuto essa música consigo imaginar o dia amanhecendo ... 

domingo, 24 de abril de 2016


Um pouco de doçura para a alma!

Bella's Lullaby.
Carter Burwell

sexta-feira, 22 de abril de 2016

Não há como escapar do labirinto de contradições em que vivemos, exceto por uma estrada totalmente nova, diferente de tudo até agora conhecido ou usado por nós.

P.D. Ouspensky




quinta-feira, 21 de abril de 2016

Bairro Parangaba

Dia 31 de outubro de 1921. Há quase 91 anos, o então distrito da Porangaba tornava-se bairro de Fortaleza. Beirar o centenário já seria motivo suficiente para fazer da Parangaba um dos mais importantes bairros da Capital. Só que o bairro também preserva um importante legado histórico e cultural. 
Uma das mais antigas manifestações culturais do Ceará é realizada na Parangaba. Não se sabe ao certo quando a famosa Festa dos Caboclos começou, mas vem desde quando a Porangaba (nome original da área) era um aldeamento indígena.


Segundo o historiador e mestre em preservação do patrimônio cultural, João Paulo Vieira, a celebração consistia na peregrinação de uma coroa de espinhos – feita de ferro -, doada pelo padre Francisco Pinto, um dos primeiros jesuítas a chegar ao Ceará. 
“É algo muito antigo e começou porque essa região era povoada por diferentes tribos indígenas. A festa foi criada para unir, era um sinônimo de paz”, informa o padre Jovanês Vitoriano, há um ano à frente da paróquia Bom Jesus dos Aflitos.


Segundo o padre, a peregrinação envolvia outras cidades, como Maranguape e Viçosa do Ceará. Como era feita a cavalo ou a pé, a manifestação durava meses. Durante o percurso, donativos eram recolhidos para a Igreja.

Atualmente, a Festa dos Caboclos é chamada de Festa da Coroa de Bom Jesus dos Aflitos. Ela acontece, anualmente, entre os meses de setembro e janeiro. A coroa de ferro passa por diferentes capelas da região e volta à igreja matriz no dia 23 de dezembro, quando sobe de volta ao altar e é postada acima da imagem de Jesus Cristo.
  
A região onde hoje fica o bairro da Parangaba começou a ser habitada no século XVI. Segundo João Paulo, que também é morador do bairro, o local serviu de refúgio para os índios potiguaras. Eles viviam no atual território do Rio Grande do Norte e fugiam dos primeiros contatos com os colonizadores, ocupando também outras áreas do litoral cearense. 
Em 1656, é fundado o primeiro aldeamento jesuítico na área, com o objetivo de catequizar os índios. “Eram três aldeamentos ao redor de Fortaleza: Porangaba, Messejana e Caucaia”, explica o historiador.

No ano de 1759, a aldeia passa a se chamar Vila de Arronches. Ela fica nesta condição até 1835, quando é transformada em distrito de Fortaleza, permanecendo nesta condição até 1921.

No século XVIII, o antigo Arronches destaca-se como ponto de intermediário no transporte de gado, com a estrada doBarro Vermelho-Parangaba, estrada que ligava o Barro Vermelho (Antônio Bezerra) - Parangaba; e a Estrada da Paranjana, estrada que ligava Messejana a Paragaba.

Com a construção da Estrada de Ferro de Baturité, uma estação de trem é instalada em 1873, a Estação de Arronches, e Parangaba estava ligada com a Capital. Em 1941, a malha ferroviária de Parangaba é expandida com direção ao Mucuripe e em 1944 o nome da estação é alterada para Parangaba. Esta estação é nos dias de hoje parte do metrô de Fortaleza.
A Igreja de Bom Jesus dos Aflitos é um dos bens históricos mais importantes da Parangaba. Ela, inclusive, é tombada pela Secretaria Municipal da Cultura de Fortaleza (Secultfor).

Segundo os registros da igreja, a primeira capela da região data de 1609. Depois, é fundada a primeira igreja, com o nome de Nossa Senhora das Maravilhas.
A paróquia é impedida de funcionar entre 1835 e 1875, até que novamente é recriada com o nome de Bom Jesus dos Aflitos. Segundo a Secultfor, é neste momento que é edificada a atual estrutura da igreja.

O padre Jovanês Vitoriano explica que a igreja matriz compõe uma das chamadas “quatro igrejas irmãs”. “As igrejas de Messejana, Parangaba, Caucaia e Viçosa foram iniciadas no mesmo período e possuem estruturas semelhantes”, explica.


Jovanês conta que os moradores do bairro são “muito tradicionalista”. Ele também diz que a maioria dos frequentadores da paróquia não mora mais no bairro. “Acho que moravam aqui, saíram, mas se afeiçoaram a igreja e continuam vindo”, diz.

A lagoa da Parangaba já secou

O taxista Valdir de Oliveira Sarmento, 80, afirma ser um dos mais antigos moradores da Parangaba. E foi testemunha de um fenômeo inusitado: o dia em que a lagoa da Parangaba - a que possui o maior volume de água em Fortaleza - secou.
Apesar de seu Valdir não lembrar do ano do acontecido com exatidão, ele explica que foi “na época da guerra dos americanos”, referindo-se a II Guerra Mundial. “Na época, eles (soldados) ficavam no Pici e houve um período de seca. E eles vinham com aqueles caminhões e tiravam muita água da lagoa para usar na base. Até que secou total”, relembra Valdir.

O historiador João Paulo Vieira conta que, segundo os antigos moradores, existia apenas um riacho onde, hoje, existe a lagoa.  “Ele teria sido construída num período posterior ao aldeamento”, comenta João Paulo. Isso teria ocorrido porque a areia foi retirada do local para a construção das casas.

Valdir Sarmento lembra que, ao chegar no bairro, “era tudo areira. Não tinha nada de calçamento”. Ir ao Centro de Fortaleza era como viajar a outra cidade. “O pessoal só andava de jipe e boi. Era muito complicado, porque tinham poucos carros na época”, diz.

Bairro está em fase de forte crescimento

O bairro da Parangaba passa por um período de forte desenvolvimento. Uma sério de investimentos públicos e privados são realizados no bairro. Por exemplo, a Parangaba promete ser um diferencial em relação ao transporte público, reunindo um terminal de ônibus, o metrô e o Veículo Leve sobre Trilhos (VLT).


Segundo ele, havia um apego muito forte a história dos imóveis. O mais estranho é que Tatu (como é mais conhecido no bairro) preserve, na barbearia onde trabalha, um mobiliário antigo e cadeiras que já contam com mais de 150 anos.

A diretora da holding do Grupo Marquise - responsável pelas obras do shopping Parangaba -, Carla pontes, destaca que a Parangaba tem uma posição geográfica bastante estratégica na Cidade, localizando-se numa região central de Fortaleza. “É um bairro que cresceu muito nos últimos anos”, afirma. Ela também destaca a importância cultural da Parangaba. “O shopping pretende promover eventos de resgate da cultura do bairro”, adianta.

quarta-feira, 20 de abril de 2016

O Valor do Entusiasmo II


Você deve progredir. Procure ser o melhor em sua profissão. Expresse o poder ilimitado da alma em tudo que fizer. (...) Você precisa permanentemente originar e produzir novos êxitos e não tornar-se um autômato. Todo trabalho purifica se executado com a motivação correta. 

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Devemos tratar do nosso próximo problema ou do nosso próximo dever com energia concentrada, e executá-lo com perfeição. Essa deveria ser nossa filosofia de vida. 

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Por meio da perseverança – cultivando a originalidade criativa e desenvolvendo seus talentos através do ilimitado poder de Deus, proveniente da comunhão diária com Ele na meditação profunda; por meio do uso de métodos comerciais honestos, da lealdade ao seu empregador – pensando nos negócios dele como se fossem seus; e ao cultivar uma sintonia intuitiva com o seu superior imediato ou com o proprietário da empresa, e com o seu Empregador Cósmico – Deus – você será infalivelmente capaz de agradar seu empregador no trabalho e seu Empregador Divino. 

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É fácil ficar à toa, desesperançado e, desse modo, desistir de empenhar-se pelo êxito financeiro na vida. É fácil ganhar dinheiro desonestamente quando aparece uma oportunidade. Mas é errado procurar desculpa para não fazer um esforço no sentido de ganhar a vida honradamente. (...) Excepcional é o homem que ganha dinheiro em abundância, de maneira altruísta, honesta e rápida, apenas para Deus e para Seu trabalho, e para fazer os outros felizes. Uma atividade desse tipo desenvolve numerosas qualidades superiores de caráter que ajudam a pessoa tanto no seu caminho espiritual como na vida material. Ganhar dinheiro, honesta e prodigamente, para servir o trabalho de Deus, é a segunda arte suprema, sucedendo apenas à arte de perceber Deus. Responsabilidade, conhecimento organizacional, ordem, liderança e utilidade prática são desenvolvidos no processo de geração do êxito nos negócios, e são qualidades necessárias ao crescimento integral do homem.

Escrito por Paramahansa Yogananda, extraído do livro Onde Existe Luz.

terça-feira, 19 de abril de 2016

"Tudo está lá: retornemos ao mais profundo de nós mesmos a fim de entrar em contato com a fonte de inspiração da vida, no roseiral, o jardim interior de cada um."

Pentagrama Livros, ano 30-n.6


segunda-feira, 18 de abril de 2016

O Valor do Entusiasmo

Qualquer trabalho realizado com o espírito correto, traz a vitória sobre você mesmo. (...) O que conta é a atitude com que você trabalha. A preguiça mental e o trabalho de má vontade estragam o indivíduo. Frequentemente as pessoas me perguntam: “Como é que o senhor consegue fazer tantas coisas?” É porque faço tudo com o maior prazer e com o espírito de servir. Interiormente, estou com Deus o tempo todo. E, embora dormindo muito pouco, sempre me sinto bem porque cumpro meus deveres com a atitude correta: é um privilégio servir. 

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A falta de disposição mental para o trabalho vem acompanhada de apatia e falta de energia. Entusiasmo e boa vontade vão de mãos dadas com novos suprimentos de energia. Baseados nesses fatos, podemos entender a sutil relação existente entre vontade e energia. Quanto maior a vontade, mais inesgotável é a energia. 

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Se o seu trabalho na vida é humilde, não fique pedindo desculpas por isso. Orgulhe-se, pois está cumprindo o dever que lhe foi designado pelo Pai. Ele precisa de você no lugar específico em que você está. As pessoas não podem todas desempenhar o mesmo papel. Enquanto trabalhar para agradar a Deus, todas as forças cósmicas virão harmoniosamente em seu auxílio. 

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Aos olhos de Deus nada é grande ou pequeno. Se não fosse pela Sua exatidão ao construir o pequenino átomo, poderiam os céus ostentar as orgulhosas estruturas de Vega ou Arcturo? Diferenças entre “importante” e “sem importância” são, com certeza, desconhecidas ao Senhor; senão, pela falta de um alfinete, o cosmos desabaria! 

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Procure fazer as pequenas coisas de maneira extraordinária. 

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Você deve progredir. Procure ser o melhor em sua profissão. Expresse o poder ilimitado da alma em tudo que fizer. (...) Você precisa permanentemente originar e produzir novos êxitos e não tornar-se um autômato. Todo trabalho purifica se executado com a motivação correta.


Escrito por Paramahansa Yogananda, extraído do livro Onde Existe Luz.

domingo, 17 de abril de 2016

Segue o teu destino,
Rega as tuas plantas,
Ama as tuas rosas.
O resto é a sombra
De árvores alheias.

Ricardo Reis (heterônimo de Fernando Pessoa)


sábado, 16 de abril de 2016

O viajante precisa bater a todas as portas alheias para chegar à sua, e é preciso vagar por todos os mundos exteriores para afinal chegar ao santuário mais íntimo.

Rabindranath Tagore


sexta-feira, 15 de abril de 2016

Permita-se envolver por esta composição...
In the Hall of the Mountain King
Edvard Grieg


quinta-feira, 14 de abril de 2016

Bairro de Fátima

Sem dúvida, Fátima é um dos bairros mais queridos de Fortaleza. Há algo nele que desperta a simpatia dos fortalezenses. Com ótima localização e sem (ainda!) o excesso de agitação de outros bairros nobres - como a Aldeota -, o Bairro de Fátima assume um perfil mais discreto. Familiar. E um tanto enigmático, com muitas ruas descontínuas, que se interrompem e entrecortam o tempo todo.

Há alguns anos, o bairro passa por uma “transformação de personalidade”. De um local majoritariamente formado por residências, aos poucos, Fátima cresce para o alto. Por onde se olha, há novos edifícios em construção. A valorização é tão grande que o Bairro de Fátima já é um dos metros quadrados mais caros da Cidade.


A aposentada Marlene de Medeiros, 73, mora na travessa Escolar há 35 anos. Numa residência! “(Quando cheguei) eram poucos os edifícios. Existia um prédio em frente à Igreja de Fátima que tinha só três andares”, conta.

Ela encara a expansão imobiliária como algo natural. “É como se fosse o progresso. Hoje em dia, o povo está querendo muito morar em apartamento. É mais seguro, né?”, comenta. Dona Marlene afirma ser comum o assédio das construtoras pelas casas da região. Inclusive, as da travessa onde mora. Ela titubeia ao ser questionada se venderia a casa. “Se os vizinhos venderem também...”, dando a entender que seguiria uma decisão coletiva de retirada.

Só que, no fundo, a aposentada quer mesmo é permanecer no bairro. “Eu peço a Nossa Senhora de Fátima todo dia que arranje um jeito de eu ficar. Aqui é tão bom. Você tem tudo que precisar”, diz ela, acrescentando: “Só precisa ter dinheiro”, já que o custo de vida no bairro está cada vez mais alto.

Igreja de Fátima



Talvez nenhum outro bairro em Fortaleza tenha uma ligação tão forte com uma igreja como o Bairro de Fátima. A igreja homônima é a principal referência do bairro. A ideia de construção do santuário começou em 1952, quando a imagem de Nossa Senhora de Fátima (localizada em Portugal) chegou a Fortaleza, durante uma peregrinação feita com a imagem pelo mundo.

Antes, a área era formado por sítios pertencentes a coronéis, “como Pergentino Ferreira e José Euclides”, conta Rodrigo da Silva, 63. Ele chegou ao bairro em 1958, quando o pai arrendou um desses sítios para criar gado e plantar frutas e verduras. 

O terreno onde hoje fica a igreja, inclusive, foi doado pelo coronel Pergentino Ferreira. No fim de 1952, foi dado início às obras do santuário. “Quando foi lançada a ‘pedra fundamental’ eu vim com a minha avó. Ela era devota de tudo que era santo”, relembra dona Marlene. O templo foi concluído em 1955. “É a mesma estrutura até hoje. O nome do bairro veio depois da (construção da) igreja”, informa padre Ivan de Souza, pároco da Igreja de Fátima.

Seu Rodrigo conta que a construção da avenida Aguanambi - segundo ele, no fim da década de 60 - representou uma grande mudança para o bairro. A fazenda do pai dele, por exemplo, não pôde mais funcionar, já que a avenida ocupou boa parte do terreno. “Depois que fez a Aguanambi, aí voou (expandiu)”, diz ele, referindo-se ao crescimento na construção de casas no bairro.

“Não troco Fátima por bairro nenhum. É um dos melhores bairros para se viver, onde todo mundo se conhece, mas cada qual no seu cada qual. Ninguém se mete na vida particular de ninguém”, garante seu Rodrigo.

quarta-feira, 13 de abril de 2016

Produzir o Êxito Integral

O homem mais sábio é aquele que procura Deus. O mais bem-sucedido é aquele que encontrou Deus. 

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O êxito não é uma questão simples, não pode ser avaliado apenas pela quantidade de dinheiro e bens materiais que você possua. O significado do êxito é muito mais profundo. Só pode ser determinado na medida em que sua paz interior e seu controle mental o tornam capaz de ter felicidade em quaisquer circunstâncias. Esse é o verdadeiro êxito. 

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Os melhores professores jamais o aconselharão a ser negligente, mas lhe ensinarão a ser equilibrado. Sem dúvida, você tem que trabalhar para alimentar e vestir o corpo. Mas se permitir que um dever seja contraditório com outro, não se tratará de um verdadeiro dever. Milhares de homens de negócios estão ocupadíssimos em acumular riquezas, esquecendo-se de que também estão criando um bocado de doenças cardíacas! Se o dever para com a prosperidade faz esquecer o dever para com a saúde, deixa de ser um dever. A pessoa deve desenvolver-se de maneira harmoniosa. É inútil dedicar atenção especial para cultivar um corpo maravilhoso, se ele abrigar um cérebro de tolo. A mente também precisa ser desenvolvida. E se você tem saúde perfeita, prosperidade e conhecimentos intelectuais, e mesmo assim não é feliz, isto significa que ainda não alcançou êxito em sua vida. Quando puder verdadeiramente dizer: “Sou feliz e ninguém pode me roubar esta felicidade”, você será um rei: terá encontrado a imagem de Deus dentro de você. 

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Outra característica do êxito é que não apenas trazemos resultados harmoniosos e benéficos a nós mesmos, mas também compartilhamos esses benefícios com os demais. 

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A vida deveria ser, principalmente, serviço. Sem esse ideal, a inteligência que Deus lhe deu não está se dirigindo a seu objetivo. Quando, ao servir, você esquece o pequeno ego, sente o grande Eu do Espírito. Assim como os raios vitais do sol nutrem a todos, você deve espalhar os raios da esperança no coração dos pobres e dos abandonados, despertar coragem no coração dos que perderam ânimo e ligar de novo a força no coração dos que se julgam fracassados. Quando você compreende que a vida é uma alegre batalha pelo dever e, ao mesmo tempo, um sonho fugaz, quando você se impregna com a alegria de tornar os outros felizes, oferecendo-lhes gentileza e paz, aos olhos de Deus sua vida é um êxito.

Escrito por Paramahansa Yogananda, extraído do livro Onde Existe Luz.

terça-feira, 12 de abril de 2016

Não haverá borboletas se a vida não passar por longas e silenciosas metamorfoses.

Rubem Alves




segunda-feira, 11 de abril de 2016

Bairro Montese

Ano: 1944. A Segunda Guerra Mundial chega ao momento decisivo. Tendo declarado guerra aos países do Eixo (Alemanha, Itália e Japão) em 1942, só quase dois anos depois o Brasil enviava as primeiras tropas da Força Expedicionária Brasileira (FEB) para a Europa.

Aos 21 anos de idade, o então agricultor Raimundo Nonato Ximenes teve de deixar o município de Groaíras, após ser recrutado para a guerra. Na terra natal, ficaram a família e a noiva Lili - com quem é casado até hoje. Incorporado à FEB em 1945, Raimundo Ximenes ficou sediado em Fortaleza, na expectativa de embarcar para o continente europeu.

                             

Combatendo no norte da Itália, as tropas brasileiras e os aliados conseguiram importantes vitórias. As mais conhecidas foram as batalhas de monte Castello, Castelnuevo e Montese. “No 14 de abril de 1945, houve a batalha do Montese. (Depois dela) a Alemanha começou a enfraquecer e, 26 dias depois, soube que não ia mais para a guerra. Eu fiquei livre”, relembra seu Ximenes, como é mais conhecido.

O primeiro ímpeto foi o de retornar para Groaíras. Porém, logo em seguida, um conterrâneo ofereceu um terreno no antigo bairro Pirocaia, nas margens da antiga estrada do Gado (hoje avenida Gomes de Matos). O nome remetia ao fato dos rebanhos seguirem pela via rumo ao abatedouro localizado no bairro Jardim América..

Pois bem. Aos poucos, Ximenes e Lili estabeleceram-se no bairro, mas a memória da guerra não se esvaecia. “Pensei nos companheiros que morreram em batalha”, relembra Ximenes. Por isso, ele sugeriu a mudança do nome de Pirocaia para Montese. “Foi um ato de gratidão aos companheiros da FEB”, diz ele. A data convencionada para o nascimento do Montese é 14 de abril de 1946. Raimundo Ximenes, hoje com 90 anos, passou a ser considerado o fundador do bairro.

Nascido no Montese, o comerciante Caubi Rodrigues, 43, guarda na lembrança um bairro ocupado por sítios. “Tinham muitas árvores. Era o bairro mais arborizado de Fortaleza”, diz ele. Com a instalação dos calçamentos nas avenidas e do saneamento básico, o bairro foi sendo povoado aos poucos, principalmente na década de 70. “Aqui era bom aos domingos. A gente tinha nossas tradições populares - como quermesses, reisados, festas”, conta Raimundo Ximenes, destacando a intensa vida social que existia no bairro.

Só que isso foi perdendo espaço com a chegada do comércio nos anos de 1980. “Foi quando descobriram o mapa da mina”, salienta o aposentado. De acordo com Ximenes, o Montese chegou a ter 60 mil habitantes. Hoje, só possui quase 26 mil moradores. “Em dia de feriado, quando não abre as lojas, é um deserto danado”, lamenta.

domingo, 10 de abril de 2016

Os Poemas

Os poemas são pássaros que chegam
não se sabe de onde e pousam
no livro que lês.

Quando fechas o livro, eles alçam voo
como de um alçapão.
Eles não têm pouso
nem porto
alimentam-se um instante em cada par de mãos
e partem. E olhas, então, essas tuas mãos vazias,
no maravilhado espanto de saberes
que o alimento deles já estava em ti…

Mario Quintana


sábado, 9 de abril de 2016

Novidade!!


Hoje viemos compartilhar uma supernovidade!!




Semana passada acordei com 2 enigmas (problemas) para resolver. Eles estavam ameaçando meu equilíbrio interior.

Minha meditação matutina me trouxe soluções fabulosas. Isso me deu grande conforto e paz. Meu dia começou radiante.

"Resolva todos os seus problemas por meio da Meditação", ensinava o sábio Lahiri Mahasya.

Nada mais verdadeiro.

PROGRAMA DE SUPERAÇÃO DO ESTRESSE, PREOCUPAÇÕES E ANSIEDADE COM A MEDITAÇÃO

Está chegando. Começa dia 16 de abril próximo. Já garantiu sua vaga?

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Este curso ocorrerá em Fortaleza. É uma excelente oportunidade para se melhorar e aprender ferramentas para dar um salto para o futuro.


Abraços das meninas!!


Sua mente é um espaço sagrado no qual nada de mal pode entrar, exceto com sua permissão.

Arnold Bennett


sexta-feira, 8 de abril de 2016

Revelar o que Há de Melhor em Seu Interior


Nós somos aquilo que pensamos ser. A tendência habitual de nossos pensamentos determina nossos talentos, habilidades e personalidade. Assim pois, alguns pensam que são escritores, artistas, esforçados ou preguiçosos, e assim por diante. O que aconteceria se você quisesse ser diferente do que pensa que é atualmente? Você pode argumentar que os outros nasceram com algum talento especial que você não tem, mas que gostaria de ter. É verdade. Mas eles devem ter cultivado tal hábito ou habilidade em algum momento – se não nesta vida, numa vida anterior. Portanto, independentemente do que deseje ser, comece agora a desenvolver essa característica. Você pode instilar qualquer tendência em sua consciência agora mesmo, desde que injete um forte pensamento em sua mente; daí por diante, suas ações e todo o seu ser obedecerão a esse pensamento.

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Jamais se deve desistir da esperança de melhorar. Uma pessoa só é velha quando se recusa a fazer esforço para mudar. Essa estagnação é a única “velhice” que eu reconheço. Quando alguém diz reiteradamente: “Não posso mudar; sou assim mesmo”, então só me resta dizer: “Está bem, continue desse jeito, já que decidiu ser assim”.

v v v

Qualquer que seja o seu estado atual, o homem pode melhorar por meio do autocontrole, da disciplina e da observância de dieta adequada e das leis da saúde. Por que acha que você não pode mudar? A preguiça mental é a causa secreta de todas as fraquezas.

v v v


v v v

Todas as pessoas têm idiossincrasias autolimitadoras. Não foram colocadas por Deus em sua natureza, mas sim criadas por você mesmo. É isso o que você precisa mudar – lembrando-se de que esses hábitos, peculiares à sua natureza, nada mais são do que manifestações de seus próprios pensamentos.

v v v

Em última análise, todas as coisas são feitas de consciência pura; suas aparências finitas resultam da relatividade da consciência. Portanto, se quer mudar qualquer coisa em si mesmo, você tem de modificar o processo dos pensamentos que causam a materialização da consciência em diversas formas de matéria e de ações. Esse é o modo, o único modo de remodelar sua vida.

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Felizmente, podemos começar a praticar a qualquer hora, em qualquer lugar, concentrando-nos em desenvolver as boas qualidades de que estamos carentes. Se nos falta força de vontade, concentremo-nos nisso e, por meio de um esforço consciente, seremos capazes de criar uma poderosa força de vontade em nós mesmos. Se queremos nos libertar de temores, devemos meditar sobre a coragem, e no devido tempo estaremos livres dos grilhões do medo.

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Em termos simples, tudo o que você tem que fazer é afastar os pensamentos que deseja destruir, substituindo-os por pensamentos construtivos. Essa é a chave do céu; ela está em suas mãos.

Escrito por Paramahansa Yogananda, extraído do livro Onde Existe Luz.

quarta-feira, 6 de abril de 2016

Sândalo, tagara, ou mesmo lótus e jasmim:
De todos os tipos de fragrância, é suprema a fragrância da virtude.

Dhammapada


terça-feira, 5 de abril de 2016

As Línguas do Mundo e A História do Inglês.




Não se sabe precisamente quantos idiomas vivos existem no mundo, mas acredita-se que o número seja superior a 5.000. Cada idioma é único, no sentido de que possui seu próprio sistema de sons, palavras e estruturas; ainda assim, cada um deles está relacionado, de maneira próxima ou distante, a outros idiomas encontrados  na mesma parte do mundo. Dessa forma, inglês, francês, ibo e ioruba são idiomas diferentes, mas inglês e francês compartilham muitas características linguísticas entre si e com outros idiomas europeus, enquanto ibo e ioruba têm mais características comuns entre si e com outros idiomas africanos. 


Características gerais dos idiomas:


1. Todos os idiomas mudam com o tempo. Tais mudanças podem ser lentas ou muito rápidas. O islandês mudou nos último 1000 anos menos do que o inglês mudou 20, ao se tornar uma língua franca nas plantações de cana de Queensland, Austrália, no séc. XIX.

2. Todos os  usuários de um idioma utilizam estilos diferentes em contextos diferentes (em ocasiões formais e rituais, literatura, em família, entre amigos).

3. Qualquer idioma pode ser traduzido para qualquer outro, embora possa haver perdas de nuances e referências culturais no processo.

4. Todos os idiomas são suficientes para as necessidades de seus usuários, não havendo idiomas inferiores ou superiores.

5. Qualquer criança normal pode aprender o idioma ou idiomas de seu ambiente, independente da família à qual estes possam pertencer. Em outras palavras, uma criança brasileira em contato com hindi ou suaíle aprenderá esses idiomas tão naturalmente quanto aprende o português. 





A história do Inglês


O inglês é o idioma mais difundido em todo o mundo, tendo sua origem no grupo germânico de idiomas- do qual outros idiomas modernos como o alemão e o o holandês também descendem- mas seu vocabulário inclui uma alta proporção de palavas românicas, que são derivadas do latim e relacionadas a idiomas modernos como francês e italiano.

Antes do séc. V vários idiomas célticos eram falados na Grã-Bretanha, mas os verdadeiros ancestrais do inglês começaram a ser desenvolvidos quando os celtas foram deslocados por sucessivas invasões de povos das costas ocidentais do Mar do Norte. Esses invasores falavam idiomas germânicos ( frísio, saxão e jútnico), que deram origem ao inglês antigo ( o idioma dos anglo-saxões). Entretanto, os idiomas célticos sobreviveram no oeste e no norte, transformando-se no galês e no gaélico.

Alfredo, O Grande
As missões cristãs do séc. VII trouxeram o aprendizado e a alfabetização, que no início eram inteiramente em latim. Uma literatura em inglês antigo emergiu notadamente no reinado de Alfredo, o Grande       (871-899). Do final do século VIII até o século X, o vocabulário foi influenciado por invasores escandinavos - os Vinkings. 

Com a conquista normanda em 1066, o inglês antigo deixou de ser o "idioma nacional". Um idioma românico - o normando - passou a ser utilizado na corte e um latim normandizado no governo, ensino e Igreja.

Durante trezentos anos o inglês antigo e o francês vagarosamente se fundiram, enquanto a separação entre o normando e o saxão tornava-se menos rígida. O idioma falado em 1400 já podia ser reconhecido como o início do inglês que conhecemos hoje.

Willian Caxton
Na Renascença, o inglês foi influenciado tanto em seu vocabulário quanto na estrutura de suas sentenças pelos modelos clássicos do latim e do grego, O inglês voltou a ser aceito como idioma nacional, sendo utilizado pelo povo e na literatura ( como mostram a poesia e peças de teatro do período Tudor - notadamente as obras de Shakespeare, que representam o idioma em transição).

A introdução da imprensa na Inglaterra, por Willian Caxton no séc. XV, trouxe mais livros em inglês, regularizando a ortografia e a pontução. A partir do final do séc. XVII, o uso do inglês tornou-se mais regular e consistente e sua gramática não mudou muito desde então. A principal evolução durante os últimos três séculos tem sido o crescimento de vocabulário. 

No séc. XX, avanços tecnológicos trouxeram ainda mais palavras, assim como a adaptação de palavras antigas.

O inglês no mundo

O idioma de Shakespeare era falado por cerca de cinco milhões de pessoas, a população da Grã-Bretanha, ao final do século XVI. Desde então, espalhou-se por todo o mundo a partir da colonização da América do Norte, que deu origem ao inglês americano, com algumas diferenças em vocabulário, gramática e ortografia. Durante a expansão do Império Britânico nos séculos XVIII e XIX, o inglês tornou-se o idioma oficial em países como Canadá, Austrália, Índia e parte da África. Quando esses países se tornaram independentes, o inglês continuou a ser utilizado, geralmente com adaptações locais, criando novas variedades do idioma.
Willian Shakespeare
Estima-se em mais de 300 milhões o número de pessoas que têm o inglês como língua materna e em cerca de 1 bilhão o número de pessoas que o utilizam como segunda ou terceira língua. A emergência dos Estados Unidos como superpotência teve um papel relevante na internacionalização do inglês, atualmente o idioma mais comum em publicações técnicas.


Fonte: Enciclopédia Compacta de Conhecimentos Gerais, Istoé.

segunda-feira, 4 de abril de 2016

domingo, 3 de abril de 2016

Bairro Praia de Iracema

Bairro que nasce na beira da praia, quase sempre, tem vocação para “sobreviver” do mar. Com a Praia de Iracema não foi diferente. Isso fica explícito pelo nome como o bairro era conhecido anteriormente: Praia do Peixe. Na recordação da aposentada Nadja Albuquerque, 67, está a imagem de um lugar habitado, principalmente, por pescadores. “Antes, tinham muitas jangadas. Hoje, não tem mais nada”, comenta.

O início do bairro foi bem simples. A aposentada Lourdes Nepomuceno, 77, relembra que “era tudo casinha de taipa”. A rua onde mora, atualmente chamada de Tomás Lopes, “era só o areal”.

Há 62 anos, ela deixou a família em Mombaça e veio para Fortaleza com uma parente distante. Fugia de uma decepção amorosa. Na Praia de Iracema, encontrou um novo amor, com quem foi casada por 39 anos. Também foi onde deu à luz e criou os seis filhos.

                           


Segundo o turismólogo Gerson Linhares, a mudança do nome para Praia de Iracema ocorre na década de 1930, após um concurso realizado em Fortaleza. A escolha teria uma forte relação com a obra Iracema, do escritor cearense José de Alencar. Inclusive, a maioria das ruas do bairro homenageia tribos indígenas, como os Tabajaras, Cariris e Potiguaras.

No início do século XX, o bairro começou a ser utilizado para a construção de casas de veraneio pelos fortalezenses. De acordo com Gérson, esse perfil foi alterado pela chegada da família pernambucana Magalhães Porto, pois ela decidiu construir a residência familiar no bairro. Hoje, o prédio abriga o famoso Estoril. “Houve uma quebra de paradigma, pois foram morar ao lado da praia e começaram a ser benfeitores do lugar”, explica Linhares.

Com a chegada da década de 1940, a Praia de Iracema passa a ser frequentada pela boemia fortalezense e esta se torna a “impressão digital” do lugar. Tudo começou pelo atual Estoril, que era utilizado como cassino pelas tropas americanas sediadas em Fortaleza durante a Segunda Guerra Mundial.

Cantada por Luiz Assunção como “a praia dos amores que o mar carregou”, a Praia de Iracema sofreu com o avanço do mar, após a construção do porto do Mucuripe na década de 1950. “Eles falam sobre o mar, mas também da mudança de costumes. Os intelectuais e músicos começaram a perceber as mudanças que aconteciam nos bairros”, pontua Gerson.

A Praia de Iracema é, junto com a Jacarecanga, considerada um “Bem de Relevante Interesse Cultural” para Fortaleza. Segundo o coordenador de Patrimônio Histórico e Cultural da Secretaria da Cultura de Fortaleza (Secultfor), Alênio Carlos Noronha Alencar, isso se deve à existência de “uma memória coletiva muito forte” em relação ao bairro. “Temos as edificações históricas e também as vivências que perpassaram a cidade. Era o local onde, muitas vezes, reuniam-se os intelectuais, jornalistas, músicos e profissionais liberais”, afirma.

Na avaliação do turismólogo Gerson Linhares, o modelo de turismo adotado no local fez com que se perdesse o foco na preservação patrimonial e cultural do lugar. “A Praia de Iracema foi vítima de um turismo mal planejado. Isso fez com que as casas antigas fossem sendo transformadas em bares, por exemplo”, critica o turismólogo.

sábado, 2 de abril de 2016

Dize:
O vento do meu espírito
soprou sobre a vida
E tudo que era efêmero
se desfez.
E ficaste só tu, que és eterno..

Cecília Meireles


sexta-feira, 1 de abril de 2016

"Eu contemplo o mundo onde o sol reluz;
onde as estrelas brilham,
onde as pedras dormem,
onde as plantas vivem e vivendo crescem;
onde os bichos sentem e sentindo vivem;
onde já o homem, tendo em si a alma,
abrigou o espírito.
Eu contemplo a alma que reside em mim.
O Divino Espírito age dentro dela,
assim como atua sobre a luz do sol.
Ele paira fora na amplidão do espaço
e nas profundezas da alma também.
A ti eu suplico,
ó Divino Espírito,
que bênçãos e forças para o aprender,
para o trabalhar,
cresçam dentro de mim."
Rudolf Steiner